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Bebê de 5 meses m0rre agonizando na frente dos pais, após ser picado por um… Ver mais

Uma trágica notícia assolou o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) no dia 31 de janeiro, quando uma criança de apenas 5 meses de idade sucumbiu à dengue hemorrágica. Fontes do Metrópoles dentro da rede pública de saúde do Distrito Federal corroboraram a informação, apontando a doença como causa do óbito, embora a Secretaria de Saúde não tenha confirmado nem refutado oficialmente essa informação.

De acordo com as diretrizes da Secretaria de Saúde, todos os casos suspeitos de óbito por dengue são devidamente notificados, dando início a uma investigação que tem um prazo de 60 dias para ser concluída. Somente após a confirmação desses casos é que os dados são integrados ao boletim epidemiológico, conforme ressaltado pela pasta.

É importante destacar que a Secretaria de Saúde justifica sua impossibilidade de comentar detalhes sobre pacientes devido a questões legais. Até o dia 29 de janeiro, o Distrito Federal já contabilizava seis mortes confirmadas por dengue, além de 24 casos em fase de investigação. Dentre os óbitos confirmados, cinco pacientes apresentavam comorbidades, incluindo hipertensão e doenças hematológicas.

Visando mitigar os impactos dessa grave situação de saúde pública, a Aeronáutica disponibilizará uma estrutura composta por sete módulos de células e um laboratório para fortalecer a Rede Pública de Saúde do Distrito Federal. Além disso, efetivos, equipamentos e insumos das forças armadas serão disponibilizados para auxiliar no enfrentamento dessa crise.

O Distrito Federal enfrenta uma crise sem precedentes com o aumento exponencial dos casos prováveis de dengue, atingindo uma incrível alta de 920,5%. Apenas neste ano, até o dia 27 de janeiro, foram registrados 29.492 diagnósticos prováveis da doença, contrastando com os 2.890 casos no mesmo período do ano anterior, conforme dados do último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde.

A magnitude desse cenário fez com que o governo declarasse estado de emergência, visto que o Distrito Federal lidera os índices de casos proporcionalmente à sua população, sendo a unidade federativa mais afetada no país. Notavelmente, a faixa etária entre 20 e 29 anos apresenta a maior incidência de diagnósticos, com uma taxa de 1.092,2 casos por 100 mil habitantes, evidenciando a urgência de medidas eficazes para conter essa epidemia.